Arquitetura Física
Princípios Arquiteturais
Autonomia dos Domínios
Cada domínio de negócio é responsável por seus sistemas de origem, regras operacionais e arquitetura tecnológica.
O PULSE não substitui essas soluções nem interfere em sua gestão. Sua responsabilidade é consumir e integrar os dados disponibilizados pelos domínios para geração de inteligência operacional.
Plataforma Analítica Compartilhada
O PULSE fornece capacidades comuns para toda a organização, incluindo:
- Integração de dados
- Governança e rastreabilidade
- Armazenamento histórico
- Processamento analítico
- Simulação operacional
- Exposição de APIs
- Aplicações para usuários de negócio
- Produtos analíticos e indicadores
Escalabilidade e Evolução
Novos domínios podem ser incorporados à plataforma sem necessidade de alterações estruturais na arquitetura do PULSE, permitindo crescimento sustentável e reutilização dos componentes existentes.
Arquitetura de Referência

A arquitetura está organizada em três grandes camadas:
1. Domínios de Dados
Representam os sistemas e plataformas responsáveis pela geração dos dados operacionais.
Cada domínio mantém sua própria arquitetura, governança e ciclo de evolução, publicando informações que serão consumidas pelo PULSE.
Exemplos:
- Operações
- Manutenção
- Outros domínios corporativos
2. Plataforma Analítica PULSE
Camada central responsável pela integração e processamento dos dados.
Principais capacidades:
- Ingestão e armazenamento de dados
- Data Lake (Raw, Trusted e Refined)
- Banco de dados transacional
- APIs e aplicações
- Controle de acesso
- Gerenciamento de segredos
- Simulação operacional
- Governança e rastreabilidade
Essa camada concentra toda a inteligência analítica da solução.
3. Interface com Usuários
Camada responsável pela disponibilização dos produtos analíticos aos usuários finais.
Os dados e resultados produzidos pelo PULSE podem ser consumidos através de:
- Aplicações Web
- APIs
- Dashboards Power BI
- Integrações corporativas
Benefícios da Arquitetura
- Separação clara entre domínios produtores e consumidores de dados
- Reutilização de componentes analíticos
- Governança centralizada das informações
- Escalabilidade para novos produtos e domínios
- Redução de acoplamento entre sistemas
- Evolução independente das arquiteturas de origem
- Visão integrada da operação para suporte à tomada de decisão